All Blacks podem perder a liderança no ranking da IRB

 

Duas semanas depois de saírem da Copa do Mundo de Rugby, os All Blacks enfrentam o prospecto de perderem a única coisa que justifica o título de melhor seleção de rugby do mundo: o primeiro lugar do ranking da International Rugby Board.

Para que os neozelandeses sejam removidos do pedestal que ocupam desde junho de 2004, os Springboks precisariam vencer a Inglaterra por apenas um ponto de diferença, assumindo a cobiçada posição.

Por outro lado, se os deuses do rugby sorrirem para Jonny Wilkinson e companhia, a balança do esporte voltará a pender para o hemisfério norte. A Inglaterra atualmente ocupa a terceira posição, e se vencerem a África do Sul por mais de quinze pontos, voltarão para o topo do ranking.

Qualquer resultado, sem ser a vitória, deixaria os ingleses na quarta posição – atrás dos kiwis, dos sul-africanos e dos franceses – o que ainda seria a melhor classificação ocupada pela Rosa desde dezembro de 2004.

Os resultados das semi-finais no último final de semana causaram uma verdadeira bagunça nos seis primeiros lugares do ranking.

Os Pumas chegaram a ocupar a quarta posição, mas após perderem por 37 a 13 para os Springboks, voltaram para o sexto lugar.

A França estava confiante no segundo lugar, mas a derrota para a Inglaterra fez com que os gauleses caíssem duas posições.

A África do Sul voltou para o segundo lugar, após ocuparem esta posição por alguns dias durante a primeira fase da Copa do Mundo de Rugby, mas se os ingleses vencerem no sábado, os Boks voltarão para o terceiro lugar.

A Inglaterra fez o maior progresso no ranking da IRB neste mundial. A melhor posição ocupada pelos ingleses, após entregarem a liderança para os All Blacks em março de 2044, foi a terceira posição.

Mesmo assim, permaneceram em terceiro lugar por apenas sete meses, quando caíram ainda mais. Desde então, já ocuparam o quinto, o sexto e o sétimo lugar do ranking da IRB.

Enquanto isso, os All Blacks torcem pela vitória dos homens de Brian Ashton, por menos de 15 pontos de diferença, é claro.